Bracara Augusta
“Oh! Bela cidade
romana.
Oh! Bela cidade
imperial.
Braga, cidade
profana,
Domus do amor
ideal.
Oh! Belas virgens vestais.
Oh! Bela urbe religiosa.
Cidade de amores tais,
Que justiça só em prosa.
Oh! Bela cidade
Bracara.
Oh! Bela cidade
Augusta.
Cidade que apenas
pára,
Se a luta não é
justa.
Oh! Cidade sem rio
grande.
Oh! Cidade sem Mar.
Não quem há na
cidade quem mande
Como a magia do
velho altar.
Oh! Bela cidade
clerical.
Oh! Bela verde
fonte.
Tudo desde a sé
Catedral,
Ao bom Jesus do
monte.
Oh! Bela minhota.
Oh! Bela cidade
calma.
De noite pura e
marota,
De dia viva e com
alma.
Oh! Bela cidade de
vida.
Oh! Memória de
estudante.
Apesar da partida,
Braga, serás minha amante!”
Braga, serás minha amante!”
Setembro 2001



