Outros caminhos da noname

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16/01/2012

115 - Há olhares


Há olhares que mentem dia e noite a dor que sentem...

1 comentário:

  1. A dor é sempre dor.
    Não tem raça, de origem nem sempre definida,
    branca e sem cor.
    Há quem lhe ponha rótulos e não acerte nunca.
    Quem lhe desenhe máscaras variadas,
    com ou sem talento,
    com formas, palavras, tons e sons.
    A dor é tanto mais indivíduo
    quanto universo.
    Este é fusão das dores...
    Só a corrente de amor a suporta,
    mas não a vence, porque a ultrapassa
    e a dissolve por fim.

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