Outros caminhos da noname

Outros caminhos da noname

24/11/2011

22 - Anda escutar o vento



Deixa que pegue na pedra mais pesada e construa o último degrau de tudo aquilo que quero dizer-te num sopro. Hás-de subir, tom por tom, sílaba a sílaba, até te encontrares. Ouve-me até que a noite caia e a madrugada se dobre sobre a minha garganta...

(Desconheço o autor)



2 comentários:

  1. Encontrar-me-ei numa garganta do tempo
    Se a madrugada quente me vier esperar
    e talvez possa conjugar o verbo amar
    Sem as barreiras da dor e desalento.

    sei que vou estender os braços para a luz
    no arrebol duma manhã de primavera
    E Sentir pulsar a vida que me espera
    Para a toucar com a ternura que seduz.

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  2. Puxa!!! até me faltou o fôlego,que coisa linda...

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